sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Apenas um café.

Traga-me um café com uma dose de amor.
Acorde-me com um beijo...
Recite uma poesia...
Transmita-me em uma musica...
Acenda um cigarro...
Toque meus cabelos...
entrelace nossas mãos, e me ame com louvor. 

Amor?
Não...
Pensando bem, traga-me apenas um café.

 
Preto, por favor. 


Anny.

Aquele tipo de amor.

Acho que a grande duvida da humanidade sempre foi:
"Será que o amor existe?"
Ou melhor,
"Será que o verdadeiro amor existe?"
Aquele tipo de amor que sufoca, 
que faz sonhar...
Que faz me perder em versos, pois para descreve-lo, 
preciso de palavras melhores.

O tipo de amor que sobrevive por mil vidas e mais mil.
Aquele maior que a imensidão, que atravessa milhas, 
oceanos e até o próprio tempo.
Tão forte e tão vivo, que faz desabrochar uma rosa.
Aquele tipo de amor que inspira uma musica, 
ou uma poesia, como esta.

O amor pela voz, pelos olhos, pelo toque,
pelo jeito, pelos traços, pela suavidade da pele,
o trançar das mãos...
Aquele tipo de amor que faz o coração querer gritar,
pois é tão grande que quase não cabe dentro do peito...
Mas você o mantém ali, porque é sua fonte de inspiração...
É o seu lembrete de que existem pessoas boas...
De que mesmo nas trevas há luz.
Te ensina que enquanto uma única pessoa se permitir senti-lo, há esperança.
Aquele tipo de amor capaz de derramar uma lágrima entre um sorriso...
Aquele que te lembra, entre um piscar de olhos e outro, que Deus existe.
E que é exatamente esse tipo de amor que Ele sente por você.

Quando esquecer-te disto, simples...
Olhe ao redor, olhe para cima, olhe em si mesmo, faça uma oração.
Quando esquecer-te disto, simples...
Lembre-se.




Com todo amor... Anny.